Archive for outubro \31\UTC 2014

Desistir ou continuar?
31/10/2014

duvidas

  • Não sei mais se estou querendo fazer isso…

  • Ah é? Que coisa, você estava tão empolgado.

  • Pois é…

  • O que você está sentindo em relação à tua escolha?

  • Eu estou meio… com preguiça eu acho sabe? Não sei se vai ser tão legal.

  • Entendo… o que será que está motivando essa preguiça?

  • E preguiça tem motivação?

  • Tem… me diga assim ó: qual a dificuldade você está enfrentando?

  • Nossa… bem sei lá… sabe que eu vou ter que lidar muito com pessoas né?

  • Sim, qual o problema?

  • Esse… não gosto muito disso.

  • E não pode aprender a lidar com isso ao invés de largar?

  • É…

 

Sempre digo que mudanças trazem mudanças. Às vezes as pessoas não executam mudanças em suas vidas não porque não sabem o que querem, mas sim porque não querem ou não sabem enfrentar as mudanças que sua mudança irá trazer.

Frente à pequenas mudanças que por vezes precisam fazer as pessoas acabam desistindo de suas escolhas. É importante desenvolver critérios bem definidos para saber quando realmente vale à pena abdicar de uma escolha feita em detrimento de uma mudança que você precisará fazer para sustentá-la. Em geral, no entanto, esta escolha não trata apenas de fatores como aquisição de comportamentos novos, ela também pode ter relação com processos inconscientes da pessoa que a impedem de se haver com temas que ela não consegue sustentar sozinha.

Um exemplo comum tem a ver com não perder o “conforto da casa dos pais” que é um substituto muito interessante para a relação de dependência que se tem com os mesmos pais. Em outras palavras, a pessoa que deseja sair de casa, mas não o faz porque não quer começar a lavar sua roupa e fazer sua comida – perder o aconchego do lar – pode estar falando, na verdade, de como ela é dependente de seus pais e da relação que tem com eles.

Desta maneira além de aprender a lavar, passar, fazer comida e cuidar da casa ela também irá ter que se haver com o rompimento da relação dependente e da sua posição de dependência em relação à seus pais. A dependência é antes de mais nada um posicionamento psíquico, ou seja, a pessoa se enxerga como dependente e se coloca desta maneira nas suas relações com as pessoas e consigo mesmo.

Perceber-se capaz de sustentar suas ideias, posicionamentos e escolhas é algo complicado para a estrutura de dependência. Sempre que ela imagina uma ação no futuro busca por referências de outros que lhe darão suporte ou que vão tentar impedi-la. De uma forma ou de outra ela não consegue se perceber sem este outro na execução de seus propósitos pessoais e isso a impede de ter atitudes simples que irão ajudá-la a resolver seus problemas.

O primeiro desafio é desenvolver seus critérios e aprender a sustentar estes critérios de maneira independente. Aprender a ter uma relação com o outro na qual a pessoa pode sozinha ter definições. Ao perceber-se de maneira independente ela conseguirá também  entender que pode ter respostas sozinha e, com isso, enfrentar seus problemas. Este arranjo envolve não apenas a aquisição de comportamentos como já disse, envolve, também, uma mudança na identidade da pessoa que passa a se perceber de maneira distinta de seus pais e pares, desenvolvimento de crenças que apontem para uma resolução individual – algo como “sim, eu posso fazer isso sozinho”, “isso é minha responsabilidade – e junto com isso comportamentos também que são a manifestação de todo este processo interior.

O que realmente tem impedido você de seguir com suas decisões?

Abraço

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Necessidades “especiais”
30/10/2014

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Maquiagem
29/10/2014

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  • Pois então meu caro, não sei do que você está falando.

  • Estou falando do seu medo.

  • Mas que medo é esse que você tanto insiste?

  • Nesse que eu estou vendo aqui na minha frente.

  • Cara… você não está vendo medo.

  • O que eu vejo então?

  • Eu…

  • Você, com medo.

  • Me prove que eu estou com medo.

  • Me fale sobre o que aconteceu ontem na festa.

  • Não.

  • O que te motiva a não querer falar?

  • Não sei…

  • (Silêncio)

  • Então?!

  • Então o que?

  • Prove meu medo.

  • Responda a minha pergunta.

  • Não sei, já disse, o que você quer que eu te diga?

  • O que te motiva a não querer me dizer o que ocorreu na festa.

(Troca de olhares intensa)

  • Não me sinto à vontade de falar disso.

  • O que não te deixa à vontade?

  • Não saber o que pode acontecer se eu ficar falando disso porra!

  • Ah… tem raiva também então…

 

A principal mentira é a que contamos para nós mesmos.

Muitas vezes a realidade é crua para nós. O que está acontecendo não está de acordo com nossas crenças, identidade, percepção do mundo e de nós mesmos. Por isso precisamos dar uma “maquiada” quando a vida está muito tensa. Algumas vezes esta maquiagem nos ajuda a seguir a vida e ir tomando conta dos desafios aos poucos, como se precisássemos tapar um pouco o sol com a peneira para conseguir olhar para ele aos poucos. Não tendo a entender isso como algo ruim quando a meta é abrir os olhos no médio – longo prazo.

Porém, outras vezes a maquiagem se torna contínua e a pessoa passa a sustentar a mentira, a maquiagem ao invés da sua realidade. A busca pelo real à médio-longo prazo se perde e a pessoa passa a sustentar a maquiagem que criou para si ao invés da realidade de sua situação. O grande problema, então, é o da sustentação do problema.

Muitas pessoas aprendem a ignorar seus sentimentos para fazer isso. Criam formas de nem sequer perceber aquilo que sentem para não precisarem reagir. Quando a emoção se torna opaca ou estranha à pessoa, quando ela sente percebe o sentimento como algo perigoso e busca se esquivar disso. Além desta reação existem pessoas que negam não apenas a emoção, mas, também, a sua própria percepção de mundo ou de pessoas. Tornam-se cada vez mais distantes do que sentem e buscam comportamentos que mantenham esta distância evitando o contato e o afeto.

Outras ainda criam uma persona sobre a maquiagem que criaram e passam, então, a viver a vida “como se” aquilo que as incomoda não existisse, seja isso as suas emoções, sua história pessoal ou até mesmo alguns pensamentos que elas tem.

Quando se inicia o processo de entrar em contato com essas coisas maquiadas as pessoas reagem de várias maneiras, a raiva é uma delas e a indiferença outra. Ninguém fica indiferente com algo que realmente não incomoda, apenas mostramos indiferença quando alguma coisa nos toca, por isso a indiferença que é fingir que não se sente nada. A dificuldade para entrar em contato é grande porque o medo é grande também. Saber o momento de acolher este medo e o momento de confrontar este medo é super importante para o desenvolvimento da pessoa.

Abraço

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Imagem e movimento
27/10/2014

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  • Mas não estou tão confiante assim de fazer isso.

  • Eu imagino…

  • Porque que você imagina?

  • Ué, lembra do que você disse no começo da sessão? Sobre como você se via?

  • Sim… como um ermitão das montanhas.

  • Exato… ermitões das montanhas não saem muito saem?

  • Não, verdade… mas… então eu não saio porque me vejo assim?

  • Dá para explicar assim…

  • E porque eu vou fazer diferente?

  • Não sei se vai. Vai?

  • Acho que vou… mas e daí, o que acontece?

  • Com o ermitão da montanha?

  • É

  • Não sei, o que será?

  • Ai… não sei… deu um medinho agora…

 

Existe uma relação tênue entre a nossa auto imagem e o que fazemos na vida. Muitas pessoas, ao se referirem à algo que fizeram, dizem: “nem parecia eu”. Essa frase sinaliza que a atitude executada e a auto imagem que a pessoa tem de si não combinam, daí a surpresa. Em outro caso, a pessoa pode ter dificuldade em aceitar um comportamento que ela sabe que executa pelo mesmo motivo: ser contra a percepção que tem de si.

Nossa auto imagem pode ser nossa grande aliada ou nossa prisão se não entendermos exatamente o que ela significa. Auto imagem é a maneira pela qual me vejo. É como se fosse um quadro auto biográfico. Neste quadro defino um enquadre, uma pose, a quantidade de luz que ele terá, as roupas que usarei (se usarei), a emoção que vai marcar o meu rosto (se é que vou mostrá-lo), quanto do meu corpo aparecerá e como irá aparecer, o que estarei fazendo, as cores que usarei e com todos estes elementos crio esta imagem.

Ela nada mais é do que isso. Posso olhar o mesmo “tema” por outro ângulo, de outra forma, com outras cores e terei um resultado completamente diferente. Assim, a auto imagem não é fixo e “dado”, é, ao contrário, algo móvel e “construído”. Explico: a maneira pela qual nos vemos muda ao longo do tempo e/ou da maturidade que adquirimos (ou não) com a vida. Além disso é um processo  ativo da pessoa, ou seja, ela é quem define o que verá de si através do seu auto conhecimento. E não se trata de uma questão de ver “mais ou menos”, mas sim como ver.

Este “como” é que é o grande “x” da questão, pois a auto imagem, como já vimos acima, é algo que tem uma relação direta e estreita com comportamentos, atitudes e até mesmo pensamentos e sentimentos, assim sendo a capacidade de se observar de determinadas maneiras é fundamental para saber se conseguiremos passar por alguns obstáculos ou aprender determinadas coisas. É a dúvida que se expressa na frase: “não sei se consigo me ver fazendo isso”. Quando se diz isso temos uma questão de auto imagem.

Desta maneira temos reações básicas à relação entre a auto imagem e o comportamento. Uma delas é quando a pessoa aceita a sua auto imagem e nega qualquer comportamento que não faça uma referência direta à sua auto imagem. Ou seja, o ermitão do exemplo acima não sai de casa, não tem atividades “fora da caverna”. Qualquer atividade que solicite este tipo de comportamento é rapidamente negada – mesmo que seja importante para a pessoa e aqui temos o problema! Muitas vezes precisamos saber expandir a nossa auto imagem de uma maneira à incorporar determinada atitudes que a pessoa necessita aprender.

A outra maneira relação entre comportamento e auto imagem é quando a pessoa possui um comportamento que não se alinha à sua auto imagem. O comportamento pode ser altamente positivo, mas ao não ser adequado à auto imagem a pessoa pode terminar por não desejá-lo ou sentir-se culpada de fazê-lo. É quando as pessoas dizem “isso não sou eu, não sei porque faço isso”. Novamente o grande problema é entender se aquilo que está sendo feito é realmente algo que você não deveria estar fazendo. Muitas vezes temos atitudes muito diferentes da nossa auto imagem que apenas tornam nossas vidas mais ricas e nos fazem ver quão limitada era a nossa percepção de eu antiga.

A sua maneira de se ver ajuda você a superar os desafios da sua vida hoje ou atrapalha? Pense nisso!

Abraço

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Internet
26/10/2014

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Beleza x inteligência
25/10/2014

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“Sim” sem culpa
24/10/2014

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  • Eu quero fazer, mas não sei se devo.

  • O que te impede?

  • Meu pai… sei que ele ficará chateado com isso.

  • Sim, muito provável. Mas e o seu desenvolvimento?

  • Ele também ficaria chateado com isso (risos)

  • (Risos) Sim, ficaria mesmo…

  • Então?

  • Então… você está querendo chatear o seu pai? É esta a sua intenção?

  • Não… você sabe que não!

  • Eu sei… tanto sei que não entendo porque você está tornando isso um empecilho pra ti.

  • Hum… verdade… simplesmente vou ter que enfrentar a chateação dele né?

  • Sim… sabe como fazer isso?

  • Acho que é nisso que eu preciso de ajuda

  • Vamos lá!

 

Os gregos diziam “cuidado com o que quer… porque pode conseguir”. Obviamente nada mais estranho aos ouvidos modernos ávidos pela conquista de seus desejos. Porém, em consultório eu vejo o quanto esta frase faz sentido. Ela tem tanta sabedoria que, na maior parte das vezes, as pessoas sequer correm atrás de alguns sonhos e desejos por causa dela.

Um dos pontos que eu vejo muito é que as pessoas nem sempre estão em paz com aquilo que desejam. O desejo pode estar em conflito com os valores da pessoa, com alguma crença específica ou pode estar vindo “no momento errado”. Assim, mesmo cientes de um determinado desejo elas procuram se afastar dele, culpabilizar o mundo por não conseguirem aquilo que querem ou tornam-se apáticas frente aos próprios desejos e sentimentos.

Quando o desejo cria um conflito é muito comum da pessoa sentir a emoção da culpa. A culpa nos mostra que estamos fazendo – ou querendo fazer – algo que vai contra o nosso sistema de crenças. Muitas vezes uma das maneiras de lidar com a culpa é verificar se, efetivamente, estamos ferindo algum de nossos valores. Isso é importante porque muitas vezes o aprendizado que temos nos leva a crer que determinado comportamento ou querer são, por si só, ruins e nem sempre isso é assim.

Um exemplo muito comum na nossa sociedade é o de fazer algo que sabemos que pode ferir, incomodar ou chatear alguém. Em geral, nossa educação nos pede para nunca ter este tipo de atitude para com alguma pessoa, no entanto, na prática logo percebemos que isso é impossível. Não estou defendendo o ato de causar dano à alguém de maneira indiscriminada, mas sim de que algumas vezes chatear outra pessoa poderá ser um dos resultados de um comportamento importante para a pessoa.

Na educação das crianças, por exemplo, chega um momento em que é saudável a mãe não atender de pronto os choros da criança. Tal atitude obviamente faz a criança sofrer, porém é necessária ao desenvolvimento da mesma e sabemos que as crianças que passam por isso em geral crescem melhor por terem que aprender a lidar com a frustração que é comum na vida.

Outro fato é que existe uma diferença entre o desejo de causar chateação e esta ser uma consequência do meu comportamento. A primeira tem a intenção de chatear alguém, é algo programado e pessoal como na frase “eu quero me vingar dele”. Há uma intenção clara de comportamento nesta frase. Já quando a chateação é uma consequência a intenção não é de ferir, seria algo como “sei que ele ficará chateado, mas preciso educá-lo”. A chateação não é a intenção, mas sim educar.

Coloco estes pontos para questionar um dogma central da educação que praticamente todos temos: que pode ser “bom” chatear os outros. Isso não é uma desculpa para ferir os sentimentos dos outros de maneira indiscriminada e cruel, mas sim para compreender que, algumas vezes, esta consequência não pode ser evitada e em outras que ele pode ser benéfica à pessoa. Particularmente tive grandes aprendizados em minha vida após ter sido frustrado e ter ficado chateado com a atitude de algumas pessoas. E não digo isso num sentido de me fechar ao mundo, mas pelo contrário de me abrir à ele de uma nova forma.

Aprender que nem sempre é ruim chatear os outros e que existe uma diferença entre chatear alguém intencionalmente e isso ser o resultado de uma ação sem esta intenção são alguns dos valores e crenças que trabalho no consultório para ajudar as pessoas a  fazerem mais aquilo que desejam. Isto ajuda a pessoa a dizer “sim” ao que quer sem sentir culpa e saber que ela sentir, por exemplo tristeza – sim podemos ficar tristes de ver que alguém ficou ferido em detrimento de algo que fizemos, mas isso é diferente de sentir culpa por isso.

Dizer-se “sim, sem culpa” é nos colocarmos como critério para definir o que vamos fazer e verificar se estamos fazendo aquilo que queremos como meio para ferir alguém – o que eu não aconselho fazer em consultório – ou como meio de seguir o nosso caminho pessoal de desenvolvimento e auto expressão – o que apoio por mais difícil que seja a situação.

Abraço

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Exercícios
23/10/2014

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Mágoas
22/10/2014

 

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  • Eu ainda estou magoada com ele.

  • Eu imagino… foi uma situação difícil não foi?

  • Sim… e até hoje não sei direito o que fazer com aquilo.

  • Sim, isso, inclusive, te ajuda a se manter assim, magoada com ele!

  • É né? Acho que se eu soubesse dar uma lição nele não ficaria tão desamparada.

  • Eu também acho… como seria fazer isso?

 

A emoção da mágoa nos diz que é melhor nos afastarmos. É como quando estamos machucados e nos afastamos daquilo que pode nos causar mais dano do que já estamos. É uma atitude sábia, mas tem limites.

A mágoa não é uma emoção ruim, como já disse acima ela serve para nos proteger. E neste sentido é que é importante vermos até que ponto precisamos da mágoa em nós. A correlação com uma “mágoa” física é interessante para nos ajudar a pensar: se estou machucado fisicamente eu evito algumas atividades ou esforços que possam me prejudicar afim de que eu consiga sarar.

Outro elemento que também me afasta é se, por exemplo, eu sofri uma lesão em um lance de futebol e aprendi como se deve entrar num lance como aquele ou não. Em outras palavras: se passei por uma situação traumática e aprendi a me defender nela eu posso deixar a mágoa ir embora. Por outro lado se o aprendizado ainda não ocorreu é possível que seja melhor eu ficar afastado – e a mágoa garante este afastamento.

Estes dois pontos básico são, também, importantes para saber quando deixar a mágoa de lado. Se eu não estou mais ferido, posso voltar às minhas atividades normais ao invés de ficar me esquivando do mundo. Quando a pessoa se cura é importante voltar para o mundo aos poucos afim de poder reinvestir sua energia. Se ela não faz este movimento a mágoa começa a jogar contra ela ao afastá-la de um mundo para o qual ela já está pronta para ir novamente.

O outro ponto que é o do aprendizado também é importante porque para ir ao mundo, muitas vezes preciso saber como lidar com ele. Assim sendo a mágoa, em geral se mantém enquanto não sabemos como lidar com aquilo que nos causou dor. Quando se aprende a lidar com isso, em geral a mágoa perde a sua função e a pessoa pode se libertar dela. Quando isso não ocorre a pessoa está se mantendo num terreno perigoso porque gera um afastamento desnecessário.

Uma outra forma de se manter magoado é soberba. A pessoa quando é magoada pode assumir um papel no qual ele deve, eternamente, receber pedidos de desculpas de quem o magoou. É uma atitude infantil e que nada traz para a pessoa assim como para a relação. Esta identificação com o papel de “pessoa ferida” é muito problemática porque cega a pessoa para as oportunidades que se abrem diante dela. Junto com isso mina esforços voluntários para voltar ao mundo e se desenvolver.

Voltar ao mundo, no caso de um relacionamento, por exemplo, não significa ter que manter relações com quem magoou você. Mesmo o ato do perdão não pressupõe um retorno à um rotina próxima. Cessar a mágoa significa se dar uma chance de voltar para a sua rotina, se abrir à novas oportunidades e certificar-se de que já aprendeu novas formas de se defender ou até mesmo de agir no mundo. O importante sobre a mágoa é compreender que ela nos afasta do mundo porque realmente precisamos, mas isso deve ser apenas durante o tempo que precisamos, nem mais e nem menos.

Abraço

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O que cura a mágoa?

Estar magoado é algo

Um dia normal…
21/10/2014

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