Archive for janeiro \18\-04:00 2014

Apreciação
18/01/2014

Aprender a dar um elogio é tão importante quanto aprender a criticar.

Um elogio merecido e não recebido é muito doloroso, pois invalida o nosso esforço e toda a energia dispendida para realizar o feito.

Esta tirinha fala sobre isso, você sabe elogiar?

Alguns falam em “elogio sincero”, isso não existe. Porque não? Porque se o elogio não é sincero não é elogio, é bajulação e isso são coisas muito diferentes.

Pense sobre isso.

Se não vai, fica
17/01/2014

Existe algo importante sobre mudar: a mudança precisa ser para a melhor.

Muitas pessoas me perguntam porque não conseguem mudar. Começo a refletir com elas sobre o futuro que criam para elas e entendo logo o porque: o futuro está tão cheio de dúvidas, descrenças e problemas que o inconsciente da pessoa deve pensar: tá querendo ir para lá porque é louca né?

Ocorre que nosso cérebro busca nos proteger e se queremos nos envolver com alguma coisa que é altamente perigosa e indevida para nós ele irá frear o nosso comportamento. Obviamente, pessoas diferentes possuem noções diferentes do que é “perigo” ou “indevido”, e podemos ter pessoas que se colocam em situações de risco por entenderem, por exemplo, que “risco é uma parte do nosso crescimento”, assim sendo, olham para o futuro e veem que depois do risco vem uma recompensa que torna sua vida ainda melhor do que é hoje e, com isso, agem.

No entanto, muitas pessoas colocam neste futuro todas as suas dúvidas, todas as suas incertezas, seus medos e suas incompetências. Quando pensam em mudar lembram do pai e da mãe dizendo-lhe quando pequeno: “não vai dar certo” e então se veem numa lamúria infinita, arrependidos de terem feito o que fizeram. Óbvio, que se alguém pensa assim nas mudanças que quer não irá para frente mesmo.

Algumas pessoas quando criam uma imagem positiva do que querem não a entendem como real, porém quando fazem a imagem nefasta de seu futuro acham que esta realidade é a final. É importante para ela compreender o que a faz ter o nefasto como real para que consiga perceber o seu futuro de uma maneira diferente. No fundo, trata-se de um mal hábito. Porém todos os hábitos servem à um propósito e a pessoa deve compreender este propósito; a ideia é comprovar a sua teoria de que você é um “zé ninguém”, mostrar como você realmente é culpado pela separação de seus pais? Ou você imagina um futuro negro porque teme ter que se erguer e se sustentar sozinho? Essas e várias outras formas podem ser o fim para o qual este hábito foi criado.

Para o leitor fica a dica: é importante que o “depois” seja melhor que o “hoje”.

Abraço

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Expectativas e depressão
16/01/2014

Colocar a expectativa de mudança fora de si é a fórmula para a frustração e consequente depressão Charlie!

Aquilo que escondo
15/01/2014

– Fui até lá para organizar tudo.

– E deu certo?

– Não. Chegando lá não consegui fazer nada. Olhei aquele monte de papel, sentei e chorei.

Fico olhando para ele em silêncio, esperando que continue.

– Passei o dia todo ali querendo fazer alguma coisa, mas sem conseguir… me senti mal com isso.

– O que te fez sentir-se mal em não ter conseguido?

– O que eu ia dizer em casa depois sabe? Óbvio que eu não disse muita coisa, falei só que tinha muita coisa para fazer.

– O que você não poderia dizer aos outros?

– Bem… eu não sei ao certo… não achava que era justo eu dizer que fiquei triste e passei a tarde lá sem fazer nada.

– Entendi, como se o seu sentimento, por si só, não fosse algo importante?

– Hum… é, algo por aí talvez…

– E então você esconde, mas, ao esconder dos outros, como negocia isso com você?

– Ah Akim… eu estou dizendo isso para você só porque não sai da minha cabeça… acho que geralmente eu acabo escondendo de mim primeiro.

“Seja forte”. Gostaria que estas instruções que ouvimos fossem um pouco mais abrangentes e nos dissessem como fazer o que precisamos fazer.

Como as coisas não são assim, muitas vezes ouvimos e agimos com base no que achamos que é para ser feito, outras vezes pelo que vimos alguém fazer. Na verdade algumas instruções são importantes e nos ajudam a viver no mundo, outras nos fazem ter medo ou vergonha daquilo que ocorre dentro de nós e é aí que a coisa complica.

Existem coisas que escondemos dos outros. Na verdade, escondemos dos outros e de nós, pois esta é a forma mais adequada de escondermos as coisas: se nos esquecermos nunca falaremos. O problema, porém, é que esconder não significa resolver.

Toda vez em que uma pessoa esconde algo de si própria, ela está, também, tirando de si a chance de dar uma boa resolução para o problema. Aquilo que fica escondido aparece em momentos de tensão nos quais alguns medo veem à tona, ou em momentos de tristeza nas quais a memória por vezes trabalha melhor ou em brigas nas quais o passado vem para ser vomitado no parceiro.

Esconder significa assumir para si que algo que lhe incomoda não está ali. É como tapar o sol com a peneira ou, como muitas vezes escuto, quando a pessoa vai viajar e “nem quer pensar nisso”. Obviamente, em alguns momentos temos mais é que esquecer mesmo de algumas coisas para que possamos nos organizar para enfrentá-las mais tarde, porém esconder sempre faz com que o “armário” inconsciente fique muito abarrotado.

Sempre que escondemos, como já disse temos medo ou vergonha do que fizemos, sentimos ou pensamos. O primeiro passo é conseguir fazer as pazes com aquilo que escondemos, dar valor de existência novamente ao invés de continuar fingindo que aquilo não existe. O segundo passo é determinar se o que escondemos nos causa medo ou vergonha. É importante definir isso porque medo e vergonha são elementos distintos e precisam ser tratados de formas distintas.

Com o medo trabalhamos buscando especificar o que causa o medo e, com isso, compreender o que a pessoa precisa aprender para tornar-se mais competente ao enfrentar o seu medo. Na vergonha precisamos compreender qual a regra que faz a pessoa envergonhar-se do que fez para checar se esta regra não está sendo muito rígida ou inadequada.

Depois disso, em geral, trabalhamos buscando ajudar a pessoa a expressar aquilo que esconde de uma forma adequada – quando é o caso de expressar aos outros – e de lidar com o que sente de uma forma mais útil para si.

Abraço

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Equilibrio
14/01/2014

A vida corporativa é, muitas vezes, impiedosa.

Gosto da tirinha porque ela fala de objetivos, mas ela também fala sobre seguir o seu caminho independente do caminho dos outros.

Sempre falo do pensamento de Nathaniel Branden sobre auto estima quando ele diz que auto estima é a condição de quem não está em guerra nem consigo e nem com os outros.

Aceitação
14/01/2014

Embora irônica a tirinha serve para refletir sobre o tema da aceitação.

Admiração envolve julgamento, só podemos admirar algo se julgamos aquilo belo, importante ou bem-feito, por exemplo.

Aceitação envolve apenas o sentido de existência, é quando dizemos “sim” para a experiência, seja ela qual for. A aceitação não envolve julgar como bom, mal, certo ou errado.

Bons Conselhos
14/01/2014

06/01/2013

Quando tudo está mal o melhor à fazer é cuidar de nós mesmos, bom conselho!

Medos
14/01/2014

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Todo medo é uma fantasia, quando “injetamos” conhecimento sobre como lidar com uma situação a fantasia se desfaz.

Natureza humana
14/01/2014

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Um poeta certa vez disse que nada que viesse de um humano o assustaria, pois ele já tinha entendido a natureza humana.

O poeta estava querendo dizer que todo ser humano nasce com potencial para qualquer coisa e que suas escolhas vão guiá-lo para ter um ou outro comportamento, uma ou outra moral e que, uma vez que isso cria a natureza da pessoa.

Como você vive a sua vida? Qual a sua natureza?

O medo em dizer: “eu quero”
13/01/2014

– Não sei como fazer isso.

– Oras, simplesmente diga o que quer, qual o problema em fazer isso?

– Ah… bem… se eu soubesse que ele ia aceitar, nenhum, mas ele quase nunca aceita.

– Entendi e qual o problema com isso?

– Bem, ele pode dizer que não quer e eu não consigo dizer que quero ir mesmo assim, ou mesmo sem ele.

– Entendi, pelo jeito vai ter que aprender. Me diga: quanto de valor tem o seu desejo para você?

– Eu coloco pouco eu acho.

– E a companhia dele?

– Hum… acho que eu coloco muito valor na companhia dele… e muito pouco no que eu quero…

– Sim, e agora a pergunta mais importante: a companhia dele conseguirá prover você do que você quer sempre?

– Não.

– Então…

– Então tenho que aprender a medir melhor o valor que as coisas tem para mim…

 

Muitos clientes dizem sentir medo em expressar o seu desejo. Medo está intimamente ligado à ignorância. Ignorância é o “não saber”.

Pense se você consegue ter medo de algo que você domina, de uma situação ou comportamento no qual você possui confiança? É muito difícil. Em geral sentimos o medo quando não sabemos como lidar com alguma situação.

O problema do medo é que muitas vezes associamos um evento à outro e acabamos “sentindo medo da coisa errada”. O caso acima é um destes exemplos. A pessoa não tinha medo de dizer o que queria, mas sim de, ao dizer, perder a companhia do namorado. E porque ela sentia medo disso embora percebesse que o desejo dela lhe era importante? Pois “ficar com o namorado” era algo mais valorizado do que “seguir meu desejo”.

Assim sendo, com o que ela não sabia lidar, o que, de fato, não conseguia fazer de forma adequada? Priorizar suas necessidades. Para ela qualquer coisa era menos importante do que a companhia do namorado, fica fácil perceber o quanto isso é frágil e a tornava frágil. Com esta pessoa, em específico tivemos que trabalhar para que ela pudesse dar um valor mais adequado às suas necessidades – incluindo a companhia do namorado – de forma que ela pudesse cuidar de si em uma maneira à estar bem na sua relação com o namorado.

De uma forma geral tenho visto que quando as pessoas tem medo em expressar o que desejam elas também não sabem ao certo quanto aquele querer é importante para elas, por isso fica a dúvida. Quando a pessoa pensa no que quer e no porque não faz fica uma dúvida entre qual dos dois é mais importante. Enquanto esta dúvida se mantém é muito difícil assumir uma posição, mas quando fica claro qual é mais importante a pessoa, em geral, resolve logo a sua situação.

Como você valoriza as suas prioridades? Coloca os outros e suas necessidades sempre em primeiro lugar? Nunca escuta ninguém? Qual a melhor forma de priorizar as nossas necessidades? Deixo as perguntas para vocês refletirem!

Abraço

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