Archive for dezembro \10\-04:00 2013

Diálogo
10/12/2013

A tirinha foi criada por Gus Morais e é sensacional, obviamente ela vale para os dois lados homens e mulheres fazem isso.

Prisioneiros
09/12/2013

– Eu estou me libertando sabe?

– Sei, estou entendendo.

– Estou falando para mim mesma: vai lá e faça, pare de ficar choramingando aqui!

– Entendi, muito bom não é?

– Sim, é ótimo isso!

– Você percebe, agora, que o problema não era com seu ex-marido?

– (Silêncio) Sim. Estou vendo… eu mesma me digo coisas ruins sobre mim. E é essa voz que eu estou querendo transformar!

– Perfeito!

Muitas pessoas, durante suas relações, reclamam de seus parceiros sobre uma quantidade enorme de temas, no entanto, não percebem como elas contribuem para os problemas dos quais reclamam.

Todos nós temos nossos limites, qualidades e defeitos os quais não tem nada a ver com as pessoas que escolhemos para nos relacionar – no sentido de serem elementos nossos. Assim que escolhemos, muitas vezes escolhemos pessoas que tem características parecidas com a de pessoas com quem temos dificuldades em lidar, obviamente, temos dificuldade de lidar com elas também.

O nome do post é uma alusão ao fato de que muitas vezes nos tornamos prisioneiros dos nossos dramas internos, roteiros escritos por nós mesmos sobre como a vida será, como nossas relações serão e sobre como vamos terminar a nossa história. Seguimos estes roteiros nos comportando de acordo com eles, mesmo que as pessoas ao nosso redor não estejam – e na maior parte das vezes, não estão, estão seguindo os roteiros delas mesmas.

Nos tornamos prisioneiros quando o comportamento que criamos para nós nos coloca em relações ou em situações que nos impedem de crescer. Ao invés de assumirmos a responsabilidade e mudarmos a nossa forma de agir no mundo e com os outros tendemos à culpá-los pelo nosso infortúnio, culpa que, obviamente, eles não tem. Daí para a infelicidade é um passo simples.

Porém ao poder assumir a responsabilidade pelos seus atos você pode se redimir consigo e optar por quebrar as barras que o prendem. Destruir a prisão na qual você se encontra. A “pena” que temos que cumprir é gerenciada por nós mesmos: enquanto agimos de uma forma que vai contra o nosso crescimento nos mantemos cativos, quando mudamos isso e assumimos o compromisso com o nosso desenvolvimento, nos libertamos.

O cliente acima, por exemplo, libertou-se quando disse para ela mesma ir fazer o que desejava ao invés de ficar apenas choramingando.

E você, o que tem que se dizer para buscar logo o seu crescimento?

Abraço

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Love is (amor é)
08/12/2013

Love Is... -   Misc

sem comentário…

Converse
06/12/2013

– Pois é Akim eu tenho tudo isso entalado aqui na garganta.

– Imagino que deva ser difícil viver com isso aí dentro

– Nossa, você nem imagina.

– Nunca pensou em dizer isso para ela?

– Na verdade… não… não deste jeito que estou te falando pelo menos.

– Que acha de tentar fazer isso?

Já dizia o Chacrinha que quem não se comunica se trumbica.

Pesquisas mostram que o simples falar tem um efeito no cérebro mudando a dinâmica neuronal e aliviando a tensão.

Conversar é uma arte e precisa ser entendida. É importante buscar uma conversa com algo em mente, mesmo que este algo seja comunicar uma sensação que a pessoa possua. Expôr a opinião, desejo ou necessidade é importante de ser feito de maneira à ser entendida. As pessoas, em geral, conversam “esperando que o outro entenda”, grave erro visto que o responsável pela comunicação é quem deve se responsabilizar por ser entendido pelo outro.

Outro ponto importante é saber que “entrar numa conversa” não significa ter um ponto final definido. Na verdade quando expomos aquilo que temos que expor o outro pode vir com informações novas e diversas que podem mudar completamente o rumo que havíamos pensado anteriormente, assim, conversar tem uma grande dose de entrega à experiência de conversar. Muitas pessoas agem de forma errônea, simplesmente falando aquilo que querem e virando as costas, ora, isto não é conversa, isto é entregar uma informação, poderia ser feito por carta ou e-mail.

A conversa ainda deve ser feita sempre de forma a buscar algo de bom para os dois lados da conversa, o famoso “ganha-ganha”. Isto deve ser buscado para evitar situações de raiva e agressividade desnecessárias. Muitas pessoas apenas conversam quando estão brabas ou com raiva e isso é um erro severo, pois quando estamos com raiva, não queremos somar e criar acordos, queremos destruir o outro e tirá-lo da nossa frente. Ao perceber que está ficando com raiva é melhor pedir um tempo para se recuperar e continuar uma conversa e não uma disputa pelo poder que é o triste fim de muitas discussões.

Abraço

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Quem quer dinheiro?
05/12/2013

O pior de pensar é que tem gente que pensa assim mesmo!

Trabalhar no que gosta e gostar o que do seu trabalho, pense nisso.

O caminho certo
04/12/2013

– Estou muito bem!

– Que ótimo!

– Pois é… lembrei muito do que falamos aqui nesta semana

– Ah é?

– É… teve vários momentos que eu estava diante de uma escolha e lembrei de me perguntar: qual a escolha que será melhor para mim?

– Hum… e?

– Tomei algumas decisões bobas porque não levei ela em consideração, mas depois pensei: a responsabilidade é minha!

– E é!

– E daí tomei as decisões certas… bem, certas para mim né?O que eu queria fazer!

– Perfeito e como foi?

– Foi ótimo.

Muito se fala de seguir o caminho certo, mas o que é o caminho certo?

Caminho certo tem a ver com a expressão adequada do nosso eu, assim sendo as decisões “certas” são aquelas que encontram identidade no nosso desejo. Várias pessoas, depois que começam a seguir este caminho, começam a dizer que seus medos desaparecem, suas tensões diminuem, suas vidas se transformam. Porque?Porque o “eu” está sendo expresso de uma forma que a pessoa entende e isso é  fundamental para se ter uma sensação de que a sua vida está indo na “direção certa”.

O tal caminho certo é um conceito criado na mente e coração de cada um de nós. Podemos seguir esta ideia, sensação ou visão ou não; toda vez que negamos à este “eu” uma expressão ele morre dentro de nós e esta é a pior morte de todas, pois é a morte em vida. É quando a pessoa se dá conta de que ela mesma segura a faca e mata dentro de si uma parte dela mesma.

Por outro lado a expressão do nosso eu requer coragem, responsabilidade e criatividade para conseguir encontrar no mundo os elementos certos para fazer a nossa visão tornar-se concreta. Costumo dizer que é um caminho que não tem como errar, que é sempre um grande medo das pessoas. Pode até ser que a nossa visão não consiga ser construída, porém isso não quer dizer um erro, apenas um resultado. O importante é o processo de estar em contato com aquilo que se deseja criar, este contato é que cria na pessoa a sensação de estar no caminho certo.

Quero que fique claro isso para o leitor: na minha concepção o “caminho certo” não está em algum lugar esperando ser descoberto, ele é, na verdade, o resultado de um compromisso da pessoa com a sua auto expressão. Assim que o compromisso é seguido e que a pessoa se comporta de acordo com o seu interior ela começa a sentir a sensação, ou seja, a sensação indica algo que já aconteceu e não que está por vir.

Isso é importante porque muitas pessoas ficam esperando por um “sinal” ou esperam “dar o tempo” porém sem nenhum comprometimento com o que elas guardam dentro de si. Esta falta de compromisso as faz perderem oportunidades, ficarem com preguiça, terem “brancos” e principalmente não pensarem sobre o que desejam.

Abraço

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Conclusão x ação
02/12/2013

– Pois é Akim, eu não consigo tomar uma decisão!

– Mas você já me disse que não quer vender o carro! Qual o problema?

– Ai é que daí a minha irmã fica dizendo que eu tenho que fazer isso e eu estou começando a ficar irritado sabe?

– Sei sim, mas, novamente: qual o problema?

– Ah não sei… qual?

– Eu é que pergunto: você já sabe que quer ficar com o carro, porque está se perturbando?

– Por causa da minha irmã!

– Qual o problema com ela?

– Que ela fica falando para vender!

– E você quer?

– Não.

– Então?…

– Tá… o problema é que eu não consigo dizer para ela: eu não vou vender, não insista.

– Ah… muito bem! Decisão tomada e atitude correta! Agora sim!

O tema do post de hoje é decisão. Muitas pessoas dizem na sessão que “não sabem tomar decisões”, no entanto o que tenho percebido é que elas não se comprometem com a decisão à ponto de tomar uma ação ou tomam ações se baseando em opiniões que não são adequadas para elas. Conclusão e ação são duas partes inseparáveis de uma decisão, por esta razão é importante compreender mais sobre elas para evitar ter “problemas em decidir”.

Para que existe uma conclusão é necessário que exista o raciocínio da pessoa. Isso pode parecer óbvio, porém muitas vezes as pessoas simplesmente assumem conclusões de terceiros e as tomam como conclusões próprias. O problema é que nem sempre a conclusão de um terceiro pode ser útil para a pessoa. Assim sendo é importante que a pessoa raciocine a situação ou a escolha de acordo com seus próprios valores, desejos e objetivos para que, com isso, ela chegue à uma conclusão adequada para si.

Você pode solicitar a opinião de terceiros, ou mesmo pedir ajuda num assunto que você desconhece, mas isto não implica que você deva acatar sem pensar aquilo que um terceiro lhe diz: quantas vezes um especialista errou e uma intuição de um “leigo” prevaleceu como correta? A ideia é que é sempre importante a pessoa assumir um posicionamento conceitual que reflita o que ela pensa, sente e deseja para que a conclusão seja dela.

Isso se dá porque se a conclusão não for da pessoa a ação poderá ser muito difícil e um possível arrependimento muito mais doloroso: “porque não fiz aquilo que eu pensei em fazer?” “porque fui ouvir ele(a)?” são os lamentos que ouço no consultório. Isso nos faz passar para a parte da ação.

A “segunda” fase consiste em agir. Se a pessoa já definiu o que deseja e percebeu qual o melhor  caminho para ela agora precisa colocar o raciocínio em prática e tomar as atitudes necessárias. Os problemas aqui são quando a pessoa tem dificuldade em se comprometer consigo assim como quando ela tem ações que não refletem o seu pensamento. Quando existe dificuldade em se comprometer a pessoa pensa e repensa no que é “certo à se fazer”, mas não faz. Isso consome a pessoa por dentro gerando grande ansiedade. Já no segundo caso é aquela pessoa que nunca sabe o que faz “fiz porque me falaram” – como se ela não pudesse julgar por ela mesma o que deve fazer.

Agir é concretizar um pensamento, uma forma de expressão ou um desejo. Se não existe a ação temos apenas um belo pensamento, uma bela teoria: pode ser bela, mas nunca será, de fato, real. Por mais que se insista que se uma ideia existe na mente ela já é real o suficiente, coloco o ponto de que pensar num jantar não é o mesmo que estar num jantar, portanto embora seja real – enquanto pensamento – não é real enquanto a experiência que se propõe. Além disso nunca vi alguém se queixar porque fez o que era preciso, mas sempre ouço as pessoas reclamando de não terem feito aquilo que precisavam fazer com suas vidas.

A decisão, então, envolve desenvolver um opinião à respeito do tema, situação ou desejo que respeite nossos valores, pensamentos e que sirva para o nosso crescimento, o nome disso é conclusão, ou seja, tomando todos estes elementos a pessoa conclui que… O segundo passo é a ação refletida: “se penso isso, portanto devo fazer… seria adequado que eu fizesse…” Que representa a expressão no mundo material da conclusão da pessoa.

Qualquer pessoa que tenha um problema em decidir deve atentar para estes dois aspectos para ver onde está a  falha: no pensar ou no agir.

Abraço

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Aprendendo a viver
01/12/2013

 

Qual o sentido da vida? Não creio que a vida em si tenha um sentido.

Acredito que cada ser possua algo para expressar e essa expressão é o sentido da SUA vida.

 

Me dê atenção
01/12/2013

A tira fala por ela mesma, criança aprontando muitas vezes é criança querendo atenção.

Preste atenção!

Quando tudo está mal
01/12/2013

06/01/2013

Existe um provérbio sueco que diz: “ame-me quando eu menos merecer porque é quado eu mais preciso”.

Muitas vezes quando tudo está indo mal não podemos nos punir, mas temos que fazer o contrário: cuidar de nós um pouco mais, com carinho para conseguir pensar melhor e virar o jogo.

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