Hábitos

– Esta semana foi uma semana ruim.

– O que aconteceu?

– Ah, aconteceu que eu me desorganizei toda.

– Ah é? Me conte.

– Pois foi o seguinte: eu tive uma briga com o meu namorado e daí acabei não fazendo nada direito ao longo da semana.

– Sei.

– Mas o que mais me doeu foi que eu estava consciente disso sabe? Eu entendi o que eu estava fazendo, sabia que não era bom, mas fiz.

– Entendi. Bem, se você percebeu isso te pergunto: a “rotina” antes da briga estava boa?

– Sim, era o que eu estava precisando, até isso tem a ver com a briga.

– Eu imagino que sim, então por onde começar a voltar à sua rotina?

– Deixe-me pensar

– Deixo…

Nosso cotidiano é composto de hábitos. Sempre acho graça quando as pessoas dizem que “não tem rotina”, claro que tem! “Não ter rotina” é uma forma de dizer que a pessoa faz coisas diferentes sempre, porém, “fazer sempre a mesma coisa” é uma rotina.

A questão é se os hábitos que compõem esta rotina nos favorecem ou tornam nossa vida penosa e chata. Desde a forma de acordar, se exercitar, conversar, trabalhar, comer, enfim, todos os pequenos detalhes que criam um dia em nossas vidas. Você já experimentou acordar de um jeito diferente? Como seria escovar os dentes com a outra mão? E comer uma comida totalmente atípica pela manhã?

Todos os hábitos que cultivamos ajudam a criar quem somos. Em geral quando não estamos muito satisfeitos conosco é importante modificar alguns hábitos que mantemos próximos de nós. Desta forma podemos criar novos resultados em nossas vidas e mantê-los também. Quando começamos a ter hábitos mais saudáveis para nós torna-se mais difícil voltar atrás e, quando o fazemos, em geral, nos sentimos mal.

Começar a criar um novo hábito tem como ponto de partida clarificar para nós aquilo que queremos. Sem isto em mente é muito mais difícil saber que hábitos devemos modificar e quais devemos criar. O que você deseja hoje, para a sua vida, que depende inteiramente do seu comportamento? Como você poderia colocar isso na sua rotina diária?

O segundo passo é fazer, a ação cria memória, nosso cérebro e nosso corpo registram a atividade e as conseqüências benéficas que ela nos traz, fator que aumenta a chance de realizarmos o mesmo comportamento novamente. Quanto mais fazemos, tendo bons resultados, mais desejamos fazer, rapidamente ficamos “viciados” em fazer o que é bom para nós.

Obviamente podemos ter aquele “medinho” inicial. Este é o momento de pensar muito forte naquilo que desejamos como resultado final de nossas ações. Me lembro de um cliente que disse: não tem sabor no mundo que valha mais do que a minha tranquilidade quando me peso. Toda vez que ele desejava comer à mais lembrava-se da sensação conquistada de bem-estar frente à balança e isso o ajudava a manter seu peso e comportamento, com o tempo, isso automatizou-se dentro dele.

Porque não dar uma chance à você mesmo? Tente, experimente, crie hábitos para o seu desenvolvimento!

Abraço

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