Ó vida, ó azar

– É sempre isso, nunca dá nada certo comigo!

– É né? Verdade.

– Parece que sei lá… tem uruca em cima de mim.

– (Risos) Pois é… e não tem galinha preta que resolva né?

– (Risos) é…

– Mas me diga: o problema real são as coisas?

– Como assim?

– É que você me contou essa história e eu estava lembrando daquela outra situação que você viveu e terminou do mesmo jeito, lembra?

– Hum… Daquela outra moça?

– Sim…

– Lembro.

– Pois é. Olhando daqui me parece que não foi só o fim que foi igual, mas o meio também. Inclusive o personagem que você vestiu não acha?

– (Reflete durante algum tempo) É… é verdade. Eu fiz as mesmas coisas que fiz com a Beltraninha.

– Pois é… quem sabe te ajudaria parar de achar que as coisas sempre terminam assim e ficar culpando o amor e começar a agir de uma forma mais útil para construir a sua felicidade?

– É, me ajuda nisso?

– Claro!

Às vezes algumas coisas dão certo, outras dão errado. A vida nunca é 100% predizível.

No entanto, quando repetimos os mesmos comportamentos em contextos semelhantes geralmente vamos ter o mesmo resultado.

É para os nossos padrões que temos que estar atentos. Sempre que algo dá errado uma das primeiras perguntas importantes é: o que eu fiz nessa situação? De que forma as minhas ações auxiliaram este resultado? Isso nos permite entender como fazemos a nossa vida, como construímos nossa fortuna e nossa derrota.

Obviamente a pergunta: o que fiz nessa situação? como contribuí para este resultado é importante quando acertamos também!

Esta pergunta é mais do que uma pergunta, é um hábito, o hábito da responsabilidade. Associar o nosso comportamento às situações de nossa vida e aso resultados que conseguimos nelas.

Abraço

visitem também o nosso site: http://www.akimneto.com.br

2 Respostas

  1. Pois é… alguns filósofos já disseram (outros repetiram e por isso nem sei mais quem seria o autor) que o “problema são as coisas que acontecem contigo, o problema é o que você faz com as coisas que acontecem contigo”.

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    • Oi Marisa!
      Tudo bem?
      Um dos filósofos seria Sêneca, lá atrás no Império Romano ainda.
      É algo que parece tão óbvio e tão simples, porém no decorrer dos dias parece também simples se esquecer disso.
      Em meu trabalho como terapeuta sempre busco orientar as pessoas no exercício de tornar esse pensamento um hábito.
      Isso faz com que criemos uma forma de agir que sempre nos conduz à responsabilidade sobre o que fazemos, pensamos e sentimos, ou seja, do como vivemos nossa vida enquanto autores dela.
      Abraço para você

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