Olho mas não vejo

– Pois é Akim, seria legal se eu pudesse voltar a dançar.

– Porque não volta?

– Porque não tem nenhuma escola próxima dos lugares que eu frequento.

(Akim olha pela janela do consultório e aponta para a placa da casa ao lado do consultório: Escola de Dança)

– Tipo aquela ali?

– Qual? Noossaaa!

É impressionante como nossa percepção é guiada pelas crenças e hábitos que formamos.

Este caso é um exemplo clássico disso. Sempre que acreditamos em algo começamos a organizar nossa percepção e comportamentos de acordo com o que acreditamos. Este relato é o resumo da ópera, porém todos funcionamos assim.

Geralmente as pessoas olham para as soluções dos problemas de suas vidas, mas não as vêem. Isso se deve para o fato de que estão condicionadas a não olharem para aquele lado, apenas para este. Temos por hábito criar hábitos e para o hábito se manter você deve sempre ver a vida de uma mesma forma. O único momento em que isso é ruim é quando o hábito não é mais útil e começa a tomar  conta da sua vida. Aí sim é o momento de forçar a mudança de hábito, ver novos horizontes.

E você? O que você está vendo que não está enxergando?

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